Lendas e causos da estância remetem a origem da cidade

A égua e seu potro

Há duas lendas em Águas de São Pedro que envolvem as águas medicinais.

Conta-se que há mais de 70 anos, havia nas localidades duas fazendas vizinhas. Em uma delas, os cavalos tinham acesso a uma água mal cheirosa (sulforosa), vinda de uma fonte; enquanto na outra os animais eram tratados com a água do ribeirão. Enquanto na primeira, eles estavam vistosos e com os pelos brilhantes, no segundo tinham um aspecto bem menos bonito. Os donos e os moradores locais notaram a diferença entre os cavalos, depois de muitas especulações, perceberam que aquela água que tanto rejeitavam estava fazendo muito bem!

Verdade ou lenda?

A outra história é sobre uma égua prenha do Dr. Octavio Moura Andrade, que fora importada de outro país e chegou de navio ao Brasil. Ela ficou doente ao longo do caminho e o dono tinha apenas a esperança de salvar o potro. Isolado, o animal tinha acesso a uma água mal cheirosa (sulforosa), a qual sempre bebia. Em pouco tempo, a égua recuperou-se e tornou-se muito saudável, com o pelo bonito e o seu potrinho nasceu e cresceu alegre e cheio de vida. O caso impressionou o proprietário dos animais, que descobriu na fonte o melhor tratamento para a moléstia.

 

Lendas, causos, realidade ou invenção, estas histórias deram origem ao Monumento às Águas, que fica no Parque Dr. Octavio Moura Andrade.


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